Quantas decisões de marketing da sua empresa são tomadas com base em dados e quantas ainda dependem somente de feeling? Quantas campanhas já foram pausadas, ajustadas ou descartadas porque não havia clareza suficiente sobre o que os números estavam dizendo?
Se essas perguntas geram algum desconforto, você não está sozinho. É exatamente nesse ponto que a união entre TI e BI em marketing se torna um diferencial para equipes que querem crescer. Saiba mais!
O que é BI (Business Intelligence)?
Business Intelligence, ou simplesmente BI, é um conjunto de tecnologias, processos e práticas voltados para a coleta, organização, análise e apresentação de dados de negócio. O objetivo é transformar dados dispersos em informações claras para apoiar a tomada de decisão.
Na prática, o BI reúne dados de diferentes fontes como CRM, redes sociais, plataformas de e-commerce, ERP e ferramentas de tráfego pago, consolidando tudo em dashboards e relatórios que mostram, de forma atualizada, o que está funcionando e o que precisa de um ajuste.
No entanto, embora as ferramentas de BI tenham se tornado mais acessíveis, com soluções como Power BI e Looker Studio, uma implementação eficaz ainda exige maturidade de dados, processos bem estruturados e profissionais capacitados. Não se trata apenas de contratar uma ferramenta.
Quem são os profissionais de BI?
Para aproveitar todo o potencial do BI em marketing, é preciso contar com as pessoas certas. Cada perfil dentro de uma equipe de BI desempenha um papel específico e, juntos, eles formam a base para uma operação orientada a dados. A seguir, conheça os principais:
Analista de BI
O analista transforma dados brutos em respostas para perguntas de negócio. Além disso, constrói modelos analíticos, realiza transformações e desenvolve os relatórios e dashboards que permitem ao time de marketing enxergar, com clareza, o desempenho de campanhas, canais e audiências. Sua atuação abrange tanto a camada técnica quanto a comunicação dos resultados para gestores.
Engenheiro de dados
Sem esse profissional, os dados simplesmente não chegam aonde precisam. É ele quem constrói e mantém a infraestrutura que viabiliza o fluxo de informações, incluindo pipelines, integrações entre sistemas e repositórios de dados, sejam eles data warehouses, data lakes ou arquiteturas modernas como lakehouses.
Cientista de dados
Enquanto o analista foca no que já aconteceu, o cientista de dados usa estatística avançada e machine learning para prever o que está por vir. Para o marketing, isso significa identificar quais leads têm maior propensão a converter, quais clientes estão em risco de churn ou quais segmentos respondem melhor a determinado tipo de oferta.
Arquiteto de dados
Esse profissional define a estrutura e o modelo dos sistemas de dados da empresa, garantindo que a arquitetura suporte escalabilidade e integração entre plataformas. Também é responsável pelo design técnico do ecossistema, desde a modelagem até a forma como diferentes sistemas se conectam e trocam informações.
DBA (Database Administrator)
O DBA gerencia os bancos de dados da organização, assegurando desempenho, disponibilidade e integridade das informações. É a base sobre a qual todo o BI se sustenta: invisível quando funciona bem, crítico quando algo sai errado.
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Como o BI em marketing fortalece as estratégias?

Compreendidos os perfis, é hora de ver como tudo isso se aplica ao dia a dia do marketing. Quando uma equipe de BI trabalha alinhada ao marketing, os efeitos aparecem em diferentes frentes:
Segmentação de audiência mais precisa
Com o cruzamento de dados comportamentais, demográficos e históricos de compra, o BI permite criar segmentos de público mais específicos e fundamentados. O resultado são campanhas mais relevantes, menor desperdício de verba e maior potencial de conversão.
Atribuição de resultados mais embasada
Qual canal realmente trouxe aquela conversão? O BI contribui para construir modelos de atribuição mais completos, integrando dados de mídia paga, orgânico, e-mail e redes sociais em um único panorama. A atribuição multicanal continua sendo um problema complexo, mas a diferença entre decidir sem dados e decidir com dados é enorme.
Personalização com mais inteligência
O BI fornece a base para ações de personalização como segmentações avançadas, recomendações de produto e comunicações direcionadas. A execução em escala depende de ferramentas complementares, como plataformas de automação e CDPs (Customer Data Platforms), mas tudo começa na qualidade dos dados e dos modelos estruturados pelo BI.
Monitoramento mais ágil
Dashboards bem estruturados permitem que as equipes acompanhem campanhas com mais frequência e agilidade. Quedas de performance são identificadas antes de virarem problema e oportunidades são aproveitadas enquanto ainda existem.
Decisões mais embasadas e menos desperdício
Com dados confiáveis, o marketing reduz a dependência de suposições. Isso não elimina a importância do criativo, do timing ou do contexto de mercado, mas garante que as decisões partem de uma base sólida.
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Na teoria parece simples. Na prática, o desafio é outro.
Montar um time de BI interno do zero exige tempo, processos seletivos longos, integração e gestão. Além disso, há o risco de contratar o perfil errado para o momento certo. Para muitas empresas, esse caminho é lento demais para acompanhar a velocidade do negócio.
Existe, porém, uma alternativa mais ágil e estratégica: a alocação de profissionais especializados. Com esse modelo, sua empresa acessa imediatamente analistas, engenheiros e cientistas de dados experientes, sem os custos e burocracias de uma contratação CLT, e com a flexibilidade de escalar o time conforme a demanda do negócio.
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Se você quer que o marketing da sua empresa pare de trabalhar no achismo e comece a tomar decisões com base em dados, está na hora de contar com os profissionais certos.
